Blog da Thais

Créditos

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domingo, 23 de agosto de 2009

Torres SRS (antiga Três Torres)

Um ótimo lugar para se conhecer:



Moro há 10 anos em Santa Rita do Sapucaí e não conhecia este lugar. Apenas 10 km de casa. Fantástico.

Isso é Minas.

sábado, 22 de agosto de 2009

Cachoeira de Minas

Acabei de achar este vídeo sobre a Festa da Fogueira, em Cachoeira de Minas, minha terra natal. É tudo de bom e mais um pouco.



Melhor que isso, só repetindo todo ano, no último final de semana de junho. Quem quiser conferir é só chegar. Trem bom dimais, sô! Pena este ano não ter chegado ao fim. Mas ano que vem tem mais, um show de fogos e animação.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Microresenha: O Caçacor de Andróides

Falando em ficção científica, acabei de ler o livro "O Caçador de Andróides", de Philip K. Dick. O livro é de longe bem melhor do que o filme de mesmo nome (em inglês Blade Runner).

"O Caçador de Andróides" é a história de um caçador de recompensas, como nos dias atuais, ou ainda pode-se comparar com os do velho-oeste. Uma guerra radioativa destrói a Terra, animais morrem e as águas são poluídas. A única solução é povoar a colônia de Marte. Mas nem todos podem ir para lá. Os "especiais", de baixo Q.I., são um dos que não podem ir, além dos que optam por permanecer na Terra. As pessoas ainda contam com a disponibilidade de andróides, para ajudá-los nas tarefas diárias. Mas os andróides evoluem, ao ponto de serem confundidos com humanos. Ao contrário destes, os andróides não podem viver na Terra, sua entrada é proibida. E é o trabalho de Deckard localizá-los e eliminá-los.

A trama gira em torno do conflito de Deckard sobre o método de identificação dos andróides, que não evolui tão rapidamente. A técnica da empatia, que julga-se que só humanos possuem, já não é mais suficiente, até nisso eles estão tão parecidos com os humanos. E a relação dele com uma Nexus 6, um modelo de andróide de alta tecnologia, gera todo o conflito pessoal.

O livro se passa em apenas 2 dias, ou contando em horas, nem isso. O filme é um pouco mais. Mas como sempre, eu prefiro as histórias dos livros, mais bem detalhadas e bem explicadas. A história em si é boa. Talvez até um pouco curta. A forma com que Dick escreve as sequências é bem amarrada e principalmente imprevisível.

Vale a pena ler. Eu recomendo.

Update: Só agora percebi que me esqueci do título do post. Corrigido.

Linha do tempo da ficção científica


Eu não sou muito fã de filmes de ficção científica. Muito menos fico prestando atenção em detalhes, como a data que se passa o filme. Sei separar o que é atual do que é futuro, mas só. Ainda bem que aparece sempre um maluco para juntar as informações e disponibilizar pra gente. Aí fica tudo mais fácil.

A linha vertical representa o ano de 2009. À esquerda o ano de lançamento e à direita o ano que se passa o filme.

Como tem gente atoa....

Vi aqui.

sábado, 30 de maio de 2009

Mãe babona

Quando a Sofia aprendeu a ler, com 3 aninhos, as professoras da escolinha demoraram para perceber. Tomaram um susto. Uma criança de 3 anos aprender a ler não é todo dia. Com 4 já lê revistinhas da Turma da Mônica inteiras, consegue entender todas as histórias e interpretá-las.

Há mais ou menos três meses ela pediu para que criassem um MSN para ela. Como toda criança ela adora os emoticons, tem diversos deles e adora colecioná-los. Mas o que mais me impressiona é a forma com que ela escreve. Hoje, algo me supreendeu:


Quantas crianças, com pelo menos 10 anos escrevem "ambas"? O uso da pontuação, sem miguxês, que provavelmente irá aprender em pouco tempo, a articulação. Isso me assusta, a um certo ponto. Medo do que ela ainda tem que aprender, de ter que passar por todos os anos de escola, por ter maturidade e poder sofrer por seus colegas de mesma idade não terem. Não chega a ser uma criança superdotada, mas é inteligente e gosta do conhecimento, de descobrir coisas novas. Acima de tudo, não gosta de errar. Como mãe eu me preocupo.

Mas por outro lado me faz pensar em pessoas com dificuldades de aprendizado, daquelas pessoas que aprendem a ler mas não a interpretar um texto. Falta de incentivo dos pais, capacidade intelectual ou a forma de apresentar o conteúdo? De quem é a culpa?

A minha vida toda eu me vi cercada por professoras, minha mãe, minhas tias, reuniões familiares eram um prato cheio para assuntos relacionados. Sempre estive em contato com o mundo escolar, discussões sobre métodos de aprendizado, a dificuldade em despertar a curiosidade dos alunos para determinados conteúdos massantes. Ainda mais quando a base do conhecimento é fraca. Entra ano, sai ano, sempre a mesma coisa.

Falamos tanto da qualidade do ensino no Brasil, mas até que ponto somos isentos da responsabilidade? O que podemos fazer para ajudar e não somente criticar, apontar os erros?

Ser exemplo de leitores, despertar a curiosidade, incentivar a busca por conhecimento, por novos desafios, passar por cima dos medos, estar presente na vida dos filhos e conversar com os professores. Tudo isso é fundamental para que a criança se sinta bem e entenda o quanto a escola é importante.

Os extremos sempre sofrem, em qualquer circunstância. Por mais que nos esforcemos para fazer da vida de nossos filhos mais fácil, será pouco provável que evitemos maiores frustrações. Eles só aprenderão com suas próprias experiências.

Como saber se erramos ou acertamos em determinadas escolhas? Só o tempo dirá.

sábado, 2 de maio de 2009

O que se faz no feriado do dia do trabalho...?

Eu trabalho.

É isso mesmo, trabalhando em pleno feriado. Meu laptop resolveu dar pau. Instalei o pacote Additions do Virtual Box e não sei por que meu HD já era. Nem deu pra recuperar. Acho que peguei um vírus mortal na faculdade. Bem feito pra mim.

Depois de perder 120GB de dados, até que não foi tão dolorido. Tirando as fotos que eu tinha postado no Picasa, alguns arquivos da faculdade que eu deixei no Gmail ou no pendrive, a maior parte do que perdi eram filmes e séries. Muitas. Além de instaladores de alguns programas que eu fiquei enrolando para gravar no DVD. Mas tudo bem, hoje ele já está recuperado, faltando muita coisa, mas com o tempo volta ao normal. Mas Virtual Box nunca mais... Ou então até que essa historia da Oracle ter comprado a Sun gere algum beneficio para o VBox. Agora só VMWare.

Mas isso foi ontem. Hoje, sabadão, depois de um passeio em Pouso Alegre, estou na empresa do namorado, escrevendo este post e esperando para comer algo na barraca da Festa de Santa Rita (estou azul de fome), ou então uma pizza. Vai depender do convite do namorado.

Ah. Atualizei o livro que estou lendo. De antemão (na nova ortografia é junto ou separado?) eu já recomendo a leitura, e o filme também. O Caçador de Andróides é uma historia muito interessante para quem gosta de ficção científica. Gostei do filme e estou amando o livro. Depois eu publico uma resenha comparando os dois.

Agora também faço parte do Twitter. Já tem tempo que me cadastrei, mas ainda não vi sentido nele. Mas estou lá, quem quiser me seguir é só clicar aqui. Estou usando o Tweetdeck para receber as atualizações. Confesso que no começo eu apanhei muito dele, a interface é bem diferente do que estou acostumada, isso porque eu ainda tenho um pouco mais da facilidade para me adaptar a mudanças. Mas com uma semana de uso já aprendi a lidar com o bichinho.

Bom, esse foi meio que um "resumo" da semana. Ainda tenho mais novidades, mas fica para o próximo post. Já vou adiantando que tem algo a ver com o projeto PRIME que o governo lançou para incentivar a criação de novas empresas. Mas isso eu conto depois. Esta semana acho que vou ter bastante tempo para escrever, não vou ter aula na facul, só um cursinho de Linux pro pessoal aprender os primeiros passos. Vai ser massante, mas paciência, vale presença.